Vi um homem separando ossos para o jantar. Vi senhores de sua miséria contemplando uma perna quebrada e a falta de jeito de uma moça em arrastá-los até o carro que os esperava. Eu vi. Onde nascerá meu contraponto à realidade? Onde se farão presentes os rostos amigos para um último abraço com toda a felicidade que o amor fraterno conforta? Eles estão para casar; eles, queridos amigos, estão a partir, mas não consigo deixar de pensar nos ossos e como estavam tão imaculados na sua brancura. O jantar de cada um demarcando a revelia de seu destino. Sinto meu coração partido com todos esses fatos.
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